Após contar minha exausta história a mulher -senti-me observado em alguns momentos mas.. fazer o que né?-, tomei um pouco da água que saia pela gruta.
Foi este o meu erro?
Ao tomá-la a bela senhora sorriu.
E disse: "Ora meu jovem, quem toma dessa água, não sai sem amar alguém desta ilha"
Além de lutar contra Fabrício e contra a aposta.. Ainda terei de lutar contra um mito nativo?!
Mas vamos lá...
Contou-me que isso vem de uma antiga índia que amava a um homem, aquela água, era o resto de suas lágrimas que a rocha filtrara. Ela não era correspondida e sempre cantava a balada do rochedo..
Certo dia, o índio tomou -sem querer- as lágrimas da amada, correu até ela e amou-a como ela tanto desejava.
Serei eu vítima dessas lágrimas também?





